Relembrar a minha infância é uma tarefa muito prazerosa, pois só me trazem boas lembranças, muitas histórias engraçadas...
Todo ano minha família passava as férias de julho na casa dos meus avós, em Minas Gerais. A casa ficava pequena, pois além da minha família ia também a dos meus tios, um montão de primos juntos... Tomávamos banho na bica, pegávamos cana no sítio dos vizinhos, e as laranjas e mexericas então! Era só levantar a mão e sair chupando.
Quando chegávamos em Minas era aquela festa! Fogueira, batata assada, moda de viola, pipoca e muita, muita alegria até tarde da noite. Então ouvíamos os “causos” que meu avô e tios contavam, depois ninguém dormia... e o medo do cavalo passar sem precisar abrir a porteira. A velhinha que tocava violão embaixo da figueira, sem que ninguém jamais a tivesse visto... Só de lembrar já dou risadas... Hoje, né? Porque antes eu morria de medo.
Uma das lembranças mais forte que tenho é de uma porteira... Meus primos e eu fomos pegar colchão emprestado na casa de nossa tia avó que morava no sítio ao lado. Saímos todos animados e na volta vínhamos felizes da vida com os colchões na cabeça. De repente apareceu uma vaca e correu atrás de nós. Ninguém pensou duas vezes jogamos os colchões para traz e corremos... Quando nos aproximamos da porteira ninguém pensou em abri-la. Passamos por cima, por baixo, pelo meio, de qualquer jeito, o importante era deixar a vaca para trás. Quando contamos a história todos morreram de rir da nossa cara. Sobrou pros nossos pais irem buscar os colchões que ficaram pelo caminho.
Esta foi tirada neste ano (2008). Depois de mais de 17 anos retornei a minha terra natal... Quantas mudanças! Mas a porteira continuava lá!!!
Todo ano minha família passava as férias de julho na casa dos meus avós, em Minas Gerais. A casa ficava pequena, pois além da minha família ia também a dos meus tios, um montão de primos juntos... Tomávamos banho na bica, pegávamos cana no sítio dos vizinhos, e as laranjas e mexericas então! Era só levantar a mão e sair chupando.
Quando chegávamos em Minas era aquela festa! Fogueira, batata assada, moda de viola, pipoca e muita, muita alegria até tarde da noite. Então ouvíamos os “causos” que meu avô e tios contavam, depois ninguém dormia... e o medo do cavalo passar sem precisar abrir a porteira. A velhinha que tocava violão embaixo da figueira, sem que ninguém jamais a tivesse visto... Só de lembrar já dou risadas... Hoje, né? Porque antes eu morria de medo.
Uma das lembranças mais forte que tenho é de uma porteira... Meus primos e eu fomos pegar colchão emprestado na casa de nossa tia avó que morava no sítio ao lado. Saímos todos animados e na volta vínhamos felizes da vida com os colchões na cabeça. De repente apareceu uma vaca e correu atrás de nós. Ninguém pensou duas vezes jogamos os colchões para traz e corremos... Quando nos aproximamos da porteira ninguém pensou em abri-la. Passamos por cima, por baixo, pelo meio, de qualquer jeito, o importante era deixar a vaca para trás. Quando contamos a história todos morreram de rir da nossa cara. Sobrou pros nossos pais irem buscar os colchões que ficaram pelo caminho.
Esta foi tirada neste ano (2008). Depois de mais de 17 anos retornei a minha terra natal... Quantas mudanças! Mas a porteira continuava lá!!!
Sandra Tavares - SAP
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