O nome foi dado pelo meu primo Cláudio,eu me apeguei muito a Bolinha e nos dias que ela fugia de casa eu ficava desesperada e tinha vezes que eu até chorava.
Em um dia que minha mãe e meu pai saíram minha cachorra já tinha fugido há mais de horas e não voltava. Eu saia na rua que nem louca gritando pela Bolinha e nada, quando deu a hora da minha mãe sair ela não tinha voltado e eu não queria que a minha mãe fosse,mas ela foi e eu fiquei no portão gritando e chorando.
Quando eu já tinha perdido as esperanças ela aparece toda contente abanando o rabo e eu dei um abraço bem forte nela e fiquei muito feliz que ela tinha voltado.
No dia 9 de março de 2006 eu cheguei da escola e percebi que ela estava triste e parecia cansada e eu perguntei para a minha mãe o que tinha acontecido com ela,minha mãe disse que ela saiu para a rua e voltou daquele jeito. Anoiteceu e eu estava jantando, minha mãe foi até o varal parar pegar a toalha para tomar banho e ela vê a Bolinha deitada no chão sem se mexer, minha mãe chamou-a e ela não respondeu, mexeu nela e ela estava dura, minha mãe percebeu que ela tinha morrido e foi falar com o meu pai. Ele falou para ela dizer que a bolinha tinha fugido,mas minha mãe não queria mentir.
Ela sentou no sofá e me falou:
-Lais a Bolinha morreu!
Naquela hora eu não agüentei e fui vê-la, comecei a chorar e fiquei desesperada.
Quando meu pai tirou ela para enterrar eu vi uma coisa preta em baixo dela e era veneno que tinham dado para ela e estourou tudo lá dentro dela, foi o pior dia da minha vida.
Ontem dia 18 de junho de 2008 eu vi tratores tirando terra onde enterraram a Bolinha, minha mãe disse para eu não ficar triste porque não sobrou nada dela que ela esta no céu me olhando.
E só me sobrou o filho dela que se chama Toby e que eu gosto muito, como eu gostava dela.
Aluna Monitora: Lais Ferreira da Silva - 8ªF
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