Meu nome é Berenice Fernandes dos Reis, nasci no dia 08 de outubro de 1952, tenho 56 anos, sou caixa aposentada, nasci em Guaianases no Jardim Soares, depois fui morar no Paraná, a minha infância foi muito gostosa, lá nos morávamos num sítio, eu, meu pai e minha mãe, nos éramos uma família muito feliz, toda minha infância eu estudei em uma escola chamada Interior, totalmente diferente do que é hoje, eu tinha uma vida muito tranqüila, até aos meus 14 anos quando eu perdi a minha mãe ai começou meu drama.
O sítio era uma casa grande tinha um terreno grande, e lá nós brincávamos de petecas, nos entravamos na igreja presbiteriana tinha a moça lá na igreja que todo o fim de semana ia à minha casa e nós brincávamos de roda, agora os moços e crianças brincam diferente, existia uma brincadeira sadia, de roda, de bola, não tinham só essas brincadeiras no sitio, na minha casa tinha casinha de boneca, onde tinha muitas bonecas, sem contar os cavalinhos que tinham, tinha cabrito, nós tínhamos tudo, era muito bom.
Os brinquedos que nós tínhamos, era balanço, peteca, nós brincávamos de bola, então era muito gostoso e esse era um momento de lazer com muito carinho. A escola era importante pro aluno, era de lata, no 1º ano de escola, o primário no caso, nós vivíamos numa classe só, tinha uma professora que dava aula pra nós, uma professora só, tinha umas denominadoras que dava um exame pra nós, pra saber se a gente passava de ano, só tinha um exame para passar de ano. Chegava o dia do exame era muito gostoso, porque a gente esperava ate a denominadora chegar, quando chegava todo mundo ficava alegre pra ver quem ia fazer o exame com a gente, e nós usávamos aqueles tinteiros com penas, não aquelas penas de galinha, eram penas mesmo, a gente escrevia e sujava todo o caderno e era muito gostoso. Tinha outra escola que era uma casa, ficava na igreja presbiteriana, lá era um espaço para fazer peças de teatro, nós não tínhamos merenda na escola, e ficávamos muito tempo lá praticamente o dia todo, então íamos pra o pomar, isso queria dizer que nosso lanche era mexerica laranja, jabuticaba e outras frutas, tudo o que você pode imaginar tinha, vivíamos o tempo todo no pomar, isso marcou muito a minha vida, era uma vida de muita alegria, porque era uma vida diferente. Era gostoso quando a professora falava: - “Hora do recreio”... E todo mundo queria ir para o pomar.
Bem, nesta época não existia coisas, tipo a droga que acaba com todo mundo, e a única coisa que tenho que fazer é agradecer a Deus, nosso pai de todas as coisas, obrigada.
O sítio era uma casa grande tinha um terreno grande, e lá nós brincávamos de petecas, nos entravamos na igreja presbiteriana tinha a moça lá na igreja que todo o fim de semana ia à minha casa e nós brincávamos de roda, agora os moços e crianças brincam diferente, existia uma brincadeira sadia, de roda, de bola, não tinham só essas brincadeiras no sitio, na minha casa tinha casinha de boneca, onde tinha muitas bonecas, sem contar os cavalinhos que tinham, tinha cabrito, nós tínhamos tudo, era muito bom.
Os brinquedos que nós tínhamos, era balanço, peteca, nós brincávamos de bola, então era muito gostoso e esse era um momento de lazer com muito carinho. A escola era importante pro aluno, era de lata, no 1º ano de escola, o primário no caso, nós vivíamos numa classe só, tinha uma professora que dava aula pra nós, uma professora só, tinha umas denominadoras que dava um exame pra nós, pra saber se a gente passava de ano, só tinha um exame para passar de ano. Chegava o dia do exame era muito gostoso, porque a gente esperava ate a denominadora chegar, quando chegava todo mundo ficava alegre pra ver quem ia fazer o exame com a gente, e nós usávamos aqueles tinteiros com penas, não aquelas penas de galinha, eram penas mesmo, a gente escrevia e sujava todo o caderno e era muito gostoso. Tinha outra escola que era uma casa, ficava na igreja presbiteriana, lá era um espaço para fazer peças de teatro, nós não tínhamos merenda na escola, e ficávamos muito tempo lá praticamente o dia todo, então íamos pra o pomar, isso queria dizer que nosso lanche era mexerica laranja, jabuticaba e outras frutas, tudo o que você pode imaginar tinha, vivíamos o tempo todo no pomar, isso marcou muito a minha vida, era uma vida de muita alegria, porque era uma vida diferente. Era gostoso quando a professora falava: - “Hora do recreio”... E todo mundo queria ir para o pomar.
Bem, nesta época não existia coisas, tipo a droga que acaba com todo mundo, e a única coisa que tenho que fazer é agradecer a Deus, nosso pai de todas as coisas, obrigada.
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