
Esta foto foi tirada por volta do ano de 1972.Trabalhava na Santa Casa de misericórdia de Mogi das Cruzes, como escrituraria de clinica do 2º andar ala feminina. No 2º andar tinha um centro de cirúrgico, A.V.T. I e a ala feminina. O trabalho era o seguinte: após as visitas medicas aos pacientes eu tinha que ler os prontuários e ver as prescrições medicas. Requisitava as medicações dos pacientes na farmácia do hospital, fazia relatórios para enfermagens dar os cuidados necessários como PA,P, DIURESE (volume da urina), T2 ou 24 horas conforme a prescrição, peso, avisar a cozinha nos casos de dietas especiais e avisar sobre a internação o paciente. No começo foi difícil entender as letras de alguns médicos, como a letra do Dr Carlos Eduardo Leite, medico neurologista, já falecido. Aos poucos fui me acostumado, tirando tudo de letra, conhecendo os medicamentos e tratamentos. Quando um paciente internava, lia a prescrição inicial e dava as coordenadas para o pessoal da enfermagem, encaminhava pedidos de exames laboratoriais ( sangue, urina, secreções), exames de R X se necessitasse, entrava em contato com outros médicos para ajudar no treinamento dos pacientes. Cada paciente tinha no seu prontuário um gráfico para anotação de seus sinais visitas.
Como o pessoal da enfermagem era reduzido, eles verificavam os sinais e eu passava no gráfico. Isso atualmente não acontece, a equipe de enfermagem verifica os dados e os registros.
Na época era I.N.S.P e a grande maioria dos pacientes era do I.N.P.S e os prontuários, depois de alta ou óbito, tinham que ser enviados, sem erros, senão o I.N.E.P.S não pegava a diária dos paciente internamente às 10:00 horas e visse prescrito, por exemplo: ampicilina
500 mg de 8/8h ,ele deveria receber o medicamento assim que chegasse e os outros horários, seriam, às 16-24-8( segundo os horários padrões).
Era convido o trabalho, pois tinha muitas atividades, dinâmicas, com muitas responsabilidades. Nessa época ainda não se sabia da existência de AIDS e nem existia a super bactéria.
Como o pessoal da enfermagem era reduzido, eles verificavam os sinais e eu passava no gráfico. Isso atualmente não acontece, a equipe de enfermagem verifica os dados e os registros.
Na época era I.N.S.P e a grande maioria dos pacientes era do I.N.P.S e os prontuários, depois de alta ou óbito, tinham que ser enviados, sem erros, senão o I.N.E.P.S não pegava a diária dos paciente internamente às 10:00 horas e visse prescrito, por exemplo: ampicilina
500 mg de 8/8h ,ele deveria receber o medicamento assim que chegasse e os outros horários, seriam, às 16-24-8( segundo os horários padrões).
Era convido o trabalho, pois tinha muitas atividades, dinâmicas, com muitas responsabilidades. Nessa época ainda não se sabia da existência de AIDS e nem existia a super bactéria.
Profª Geralda Maria de A. Melo - Português
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