Neste vídeo há fotos de todas as etapas
desenvolvimento do Projeto....
Este projeto foi proporcionado pela parceria entre DOT/SME, portal educarede e portal museu da pessoa.
Bom, tudo começou com a inscrição da nossa escola para participar do projeto “Nossa Escola tem História”, após uma reunião com a nossa P.O.I. E: Marilli Cardoso Figueiredo em DOT/SME, explicaram este projeto, e ela se interessou por demais.
Bom primeiramente gostaria de agradecer a oportunidade de poder participar do projeto "Nossa Escola tem História", pois me proporcionou muitas coisas boas, entre elas a convivência entre alunos e professores.
Não acredito, este projeto está acabando nossa! Para mim foi a melhor coisa que já me aconteceu, pois me influenciou no que quero ser quando crescer.
Meu nome é Guilherme tenho 14 anos, certo dia estava na escola quando recebi uma proposta pra participar de um projeto chamado “Nossa Escola tem História”.
Nossa pessoal... Que pena!!! O nosso projeto querido está acabando mais tudo que é bom dura pouco! Esse projeto não só para mim, mais para todos, foi muito especial, por que nos ensinou muitas coisas interessantes, desde o primeiro momento, digo, da seleção até hoje, aprendemos ter paciência, responsabilidade, e muitas coisas mais.
O projeto para mim foi uma experiência incrível, eu nunca pensei que um dia eu ia ser escolhida a melhor aluna da sala para fazer parte de um grupo de pessoas maravilhosas.
Tudo começou quando estava sentado na minha carteira, em sala de aula e a Prof° Marilli me chamou para participar do projeto “Nossa Escola tem História”.
Oi, meu nome é Gabriel Prata, tenho 14 anos e vou lhes contar um pouco da minha experiência como aluno-monitor e de minha ida a essa função. Bom, a POIE Marilli começou com isso (não foi culpa minha estar nesse projeto), ela passou por todas as salas das 8ª séries e falando sobre esse projeto e que tínhamos sido escolhidos para fazer parte desse projeto. Eu, Guilherme, Érica, Alex, Ricardo e Laís fomos convidados a participar, mas Érica não aceitou, tudo bem continuamos com o passe, Alex ficou, mas ficou com aquele entusiasmo que até uma tartaruga tinha, com o tempo ele desistiu. Depois dos convites aceitos teve uma reunião de pais, com o propósito de informar aos pais sobre o projeto. Disseram muitas coisas e que iriam também ter muitos ensinamentos sobre fotos, vídeos, trabalhos a campo e etc. Bom, não teve mais ou menos 10% do acordo, por que não saímos a campo, quando o grupo foi divido para manhã e tarde, teve essa melhoria de estarem adiantado o grupo da manhã e o grupo da tarde “onde eu estou” ficou em reta-guarda. Com tudo isso nem foi muito ruim tivemos é claro umas entrevistas e com o passar do projeto foi alterando o ritmo dele e como ele seria feito.
O que achei do projeto...
Minha experiência ao participar do projeto “Nossa Escola tem História”, no começo todos nós ficamos entusiasmados com o projeto, ficamos super animados com a proposta de ser um aluno monitor e tivemos reunião com os pais, onde os mesmos ficaram orgulhosos em saber que seus filhos foram alunos exemplares e foram escolhidos pelos professores. Mas aconteceu que, devido a diversos motivos, alguns foram saindo, permanecendo apenas 11 integrantes...
Pessoal este é um dos produtos finais da página do nosso livro virtual, os alunos monitores criaram, fizeram a gravação e edição da rádio “Memórias em Equipe”, retratando todo o desenvolvimento do projeto “Nossa Escola tem História”. Por estar com uma quantidade de MB acima do permitido para ser postada no educarede, postamos no site podcast, logo abaixo está o LinK para ser acessado.Início do Projeto: Reunião de Pais para explicação do projeto e algumas imagens da participação dos alunos monitores junto as classes no Laboratório de Informática
Pessoal este é um dos produtos finais da página do nosso livro virtual, os alunos monitores criaram, fizeram a gravação e edição da rádio “Memórias em Equipe”, retratando todo o desenvolvimento do projeto “Nossa Escola tem História”.
Tecladista: Welligton 7ªC e interpretação 7ªD
Tenho nitidamente em minha memória, o primeiro dia de aula, em uma escola enorme, desconhecida, nossaaaa!!!!! Assustadora a imensidão daquelas paredes de concreta que me cercavam, embora temerosa, estava ansiosa diante de uma nova situação em minha vida, ao encaminhar-me em fila para sala de aula, senti um alívio ao me sentar na carteira, a presença e apresentação da minha primeira professora foi acolhedora, tranqüila, carinhosa e amável, senti-me segura diante de tão calorosa recepção....E desde então, foi um incentivo para dedicar-me aos estudos de maneira prazerosa e dedicada. A minha primeira professora fez a diferença em minha vida e hoje, depois de alguns anos, ao dentrar na minha segunda escola de opção para exercer minha profissão de professora, deparo-me com esta, tão incrível e dedicada professora, a qual tenho imenso carinho e agradecimento, e agora uma "AMIGA" de trabalho, hoje, não estamos mais exercendo a profissão na mesma Unidade Educacional, porém compartilhamos idéias, trocamos experiências, carinhos, através de e-mails e quando possível, nos encontramos em reuniões e cursos oferecidos pela PMSP. E após muitos anos de um árduo trabalho comprometido e dedicado, ela continua a mesma gracinha de sempre, humilde, empenhada, dedicada, comprometida com a educação e principalmente AMIGA...Gostaria de deixar, então aqui registrado, minha afeição, respeito e carinho que tenho por esta pessoa MARAVILHOSA que és você.... Professora Rosângela - OSL da EMEF "Alexandre de Gusmão" - Guaianases.
Olá, eu sou Gabriel Prata hoje vou contar sobre no dia que eu fui para Bahia, foi uma bomba para minha vida. Era o seguinte: minha mãe alugou uma casa e nessa casa é obviou que não conhecia ninguém, com o tempo fui conhecendo pessoas logo a rua inteira sabia meu nome. Nessa rua tinha uma ladeira e nela quase nunca passava carro, com minha super bicicleta de duas rodas (ohhhh!) que aconteceu, vim da casa de minha tia e como sempre de bicicleta e que não tinha ninguém lá. Mas parece uma coisa, quando eu estava descendo na ladeira pessoas começavam a vim (ah, e a ladeira era longa demais). Até ai tudo bem desviar o pessoal é fácil, lá ainda estava subindo um carro e com esse carro quase eu fui da um alô a Deus. Meu Deus foi um acidente trágico lá tinha também uma lojinha e todos que estavam lá viram o desastre. Quando me quebrei a bicicleta todos que estavam ali vieram e fizeram uma rodinha e começaram as perguntas, “Você está bem, Se machucou, Como aconteceu?” Mas com tudo o motorista me viu e disse também se eu estava bem, ainda bem que nada de mal aconteceu, ah! E minha mãe também saiu descendo a ladeira gritando; Gabriel, Gabriel...!
Meu Nome é Guilherme Penteado de Alcântara, tenho 14 anos estou na 8ª Série, pretendo terminar maus estudos e fazer um curso de administração. Vou contar um pouco sobre o dia mais feliz, foi meu aniversário de 12 anos foi muito legal, pois foi lá no Mc Donald, eu e mus amigos se divertimos muito.
Tudo começou quando fui para a praia de Caraguatatuba, com a minha família e meus avós. Indo para praia fiquei muito feliz. A estrada era muito linda, o mar era muito limpo, com a água no pescoço dava para ver o nosso pé, o mar era parado e sem ondas.
Minha história começou no dia 20/07/1994 às 12:20 hs no hospital Santa Marcelina, onde eu nasci, foi passando o tempo e eu fui crescendo, crescendo, com um ano comecei a dar meus primeiros passos. Minha mãe disse que eu era uma criança muito esperta e muito levada, vivia fazendo arte, desde pequena eu já era muito comunicativa e extrovertida.
Eu queria contar um pouco de uma história muito triste que aconteceu comigo, o falecimento de meu pai. Na verdade não foi exatamente um falecimento e sim um assassinato, pois se não existisse violência e pessoas que a praticassem o meu pai estaria aqui comigo acompanhando o meu desenvolvimento, meu crescimento, a minha evolução. Recebi esta trágica notícia através de minha mãe que me acordou, em uma manhã de segunda – feira do mês de janeiro de 2005(não me lembro bem o dia), depois de receber a notícia pelo celular de uma vizinha de meu pai, eu não morava mais com ele, pois a minha mãe arranjou um novo companheiro e decidiu morar com ele eu e a minha irmã, tivemos de acompanhá-la.Aconteceu exatamente assim: Meu pai estava trabalhando com um cunhado dele (meu tio) que ia sempre buscá-lo em casa para irem juntos, ele chamo, chamo, chamou e meu pai não atendeu, então ele abriu a janela do quarto que não fechava como devia e encontrou meu pai no chão todo ensangüentado com uma faquinha de pão em cada pé e um garfo na garganta, meu tio (cunhado do meu pai) ficou apavorado chamou a polícia imediatamente e depois de uma perícia bem feita descobriram que uma mulher participara do crime, pois encontraram fios muitos fios de cabelo enrolado em uma de suas mãos. Descobriram também que usaram um machado, e quebraram no em sua face, isso me chocou muito, pois isso não é maneira de uma pessoa de bem perder a vida, não poder acompanhar o crescimento de seus filhos até atingirem uma idade favorável e poderem se virar sozinhos, Eu tinha 9 anos hoje tenho 13, minha irmão tinha 5 anos hoje ela tem 9. Perder uma pessoa amada dessa maneira não é fácil eu o amava demais,e hoje eu só tenho ótimas lembranças daquela pessoa alegre, gentil, brincalhona e acima de tudo um SER HUMANO.
Bom na primeira serie na escola “Madre Joana Angélica de Jesus´´, conheci a minha primeira professora, ela se chama Érika e ela era tão meiga e carinhosa e tão delicada que parecia uma bonequinha de porcelana, bom gosto tanto dela... E uma vez ocorreu uma historia engraçada na sala.Pra começo a prof ª conhece a minha mãe , e ela e minha mãe combinaram de fazer uma festa na sala ai eu fiquei na maior alegria eu minha mãe e minha irmã compramos: refrigerante,saquinhos surpresa e minha mãe fez bolo , salgados e docinhos. Ta no dia da tal festa arrumamos ate um rádio. No dia era uma quarta – feira e quase todo mundo veio com presente na mão e ai a professora não veio e foi uma decepção. Na quinta – feira a professora não veio de novo , eu fiquei tão triste que ate chorei mas ai mãe pediu para eu ter um pouco de calma .Na sexta – feira ela veio ai eu fui embora soluçando de tanto chorar .Minha mãe teve uma idéia...De ligar para todos meus amigo(a) da escola e da rua onde moro ai fizemos a festa.Na segunda – feira fui para a escola muito chateada, com a professora, ela me viu e me deu os parabéns e me para ajudar , ela com alguns livros e eu pensei ``Nossa ela nem me pediu desculpas e já pede ajuda´´ .mais tudo bem ,quando eu entrei na sala todo mundo começou a cantar parabéns , adorei ai sim a professora me pediu mil desculpas e eu aceite porque gosto muito dela! No final da historia fiquei triste no começo mais no final em vez de uma festa ganhei logo duas.
Vou contar como foi uma das minhas férias na praia... Essas férias foram muito engraçadas, “toda” minha família resolveu tirar férias no mesmo mês. Fomos para praia grande (no litoral de São Paulo), alugamos uma casa muito grande e boa, e foram mais ou menos 30 pessoas, mas tem um porem: a casa só cabia em média umas 20 pessoas, então ficamos muitos apertados, dormíamos na sala, nas barracas do lado de fora, três pessoas em um colchão enfim, uma multidão!! Durante o dia íamos para a praia umas 8:00 h, e voltávamos para almoçar umas 14:30 h, como era muita gente, era uma “muvuca” !! No almoço, comiam no quintal, na sala, na calçada, em todos os lugares, menos na cozinha! Um desses almoços na calçada, conhecemos os vizinhos da frente, eles também estavam em bastantes pessoas, mas muito menos do que a gente, e fizemos amizade. Meu primo teve uma idéia de fazer guerrinha de bexiga, a minha Família (Gonçalves) contra a deles, então eles ficavam em um portão, e nós no outro, como minha família gosta muito de zoar, minha família ficava zoando eles, de vesgo, e muitas outras coisas, mas sem ofensas, é claro!! Mas teve uma hora que a brincadeira ficou séria, não éramos mais amigos éramos “inimigos”!! E por incrível que pareça, todas as “guerrinhas” nós os Gonçalves sempre ganhávamos!! Os vizinhos não quiseram mais “brincar”, e daí por diante tudo era motivo para zoar eles.
Oiiiiiii meu nome é Flavia Ribeiro sou aluna monitora e vou contar um fato da minha vida, o meu melhor presente de natal foi uma bicicleta nova, foi assim, meu pai comprou, mas eu não sabia, seria uma surpresa no final do dia. Eu estava já desconfiada disso, mas nem pensei que erra uma bicicleta, pensei que era outra coisa.
O penteado que ficou pra historia, foi o penteado estilo girafa. Aqui na minha escola teve uma festa para os alunos no dia das crianças. Começou bem cedo, e houve varias brincadeiras e em uma delas era a do penteado, aí a minha professora Cristiana de história me escreveu para participar, como o meu cabelo era bem grande então dava para fazer o penteado bem alto. Aí umas sete pessoas ficaram fazendo o penteado no meu cabelo, quando ficou pronto, fui concorrer, tinha um monte de meninas concorrendo, conseguir ficar em 2ºlugar, não fiquei triste não, pois eu rir muito naquele dia.
Quando eu aprendi a andar de bicicleta foi assim:
Em 12 de Dezembro de 2006, minha mãe falou para o meu pai:
Meu primeiro amor foi segunda-feira de manhã, eu estava na escola EMEF “25 de Janeiro”, com 10 anos de idade aproximadamente. Olhei uma garota muito linda, foi amor à primeira vista. Pensei comigo, que garota linda, eu quero namorar com ela, mas não podia, porque eu e ela éramos muito novos.
Vou contar o meu primeiro gol, eu nunca gostei de jogar futebol, mas um dia eu joguei aqui na quadra da escola mesmo, eu estava no meio do campo e o atacante chutou para o gol e o goleiro defendeu e a bola voltou para os meus pés, e sabem o que eu fiz?Aqui está o desafio cumprido por nós alunos
monitores e POIE. Ouvimos, fotografamos e
filmamos os alunos das 1ª séries contarem
suas histórias à partir de uma foto significativa.
Eles são fofos demais!!!
Confecção do Baú de Memórias feita pelos alunos
monitores no Laboratório de Informática.
Nossa...como foi difícil escolher uma única foto para descrever apenas um momento significativo de minha infância, confesso que esta procura pela foto trouxe-me várias recordações de lugares onde estive e momentos especiais com os quais desfrutei durante toda minha infância e adolescência, que há anos não me recordava.Aqui estão as alunas monitoras: Bianca Gonçalves Silva 7ªE
e Flávia Ribeiro Feliciano 7ªD, narrando uma Fonte Histórica
através de um objeto significativo... Confiram!!!
Oi gente, sou a Flávia Ribeiro Feliciano, tenho 13 anos e vou contar a história de um objeto que deixou uma marca muito especial em minha vida.
Bem, eu vou falar a vocês, foi muito difícil escolher um dia especial para mim, pois eu tenho tantos....
Bom, estou aqui para contar um pouco sobre esta foto.
Oi gente, hoje eu vou contar um fato significativo da minha vida para vocês...
Nossa como foi difícil escolher um dos momentos mais marcantes de minha infância.
Bom, quando eu tinha sete anos, fui à casa da namorada do meu tio, chegando lá, vi as duas filhas dela brincando com a boneca, me encantei pela bebê barriquinha, logo pedi para elas deixarem eu brincar com a boneca, a princípio elas não gostaram da idéia de eu brincar, mais como eu era a menor de todas elas acabaram deixando.
A bola é muito importante pata mim, pois o meu sonho é ser jogador de futebol, quando a minha mãe a trabalhava conseguia pagar uma escolinha de futebol para mim, mas agora ela está doente e não pode pagar mais. Já participei de alguns campeonatos e consegui fazer alguns gols, onde o meu time foi campeão.