segunda-feira, 29 de setembro de 2008

POIES: Marilli e Sueli


Nós POIEs, nos esforçamos ao máximo
para deixar aqui registrado um pouquinho
do nosso trabalho, porém não são somente
nossos méritos, e sim, um trabalho em equipe...

Nossas Preciosidades




Este grupo é FANTÁSTICO!!!
Exemplo de responsabilidade, agilidade e
compromisso com o Projeto
"Nossa Escola tem História"

Relato - POIE

Desde o inicio, digo do 1º encontro presencial em DOT/SME, fiquei maravilhada com a proposta do projeto. Com o decorrer do desenvolvimento do mesmo, critérios e escolha dos alunos monitores, reunião com os pais e o desenrolar das atividades propostas, proporcionando-me imensa empolgação e entusiasmo, com isso consegui contagiar a todos os participantes e nunca havia pensado em um projeto nesta proporção que nos permitissem liberdade para expressarmos nossas histórias de vida e publicá-las em um ambiente virtual, onde não há restrição de acesso.
Este projeto levou-me a resgatar fotos e lembranças de minha infância que para dizer a verdade, nestes 37 anos, nunca havia parado para relembrar momentos tão especiais que aconteceram durante toda minha vida, permitindo-me mergulhar em minha memória dando-me um imenso prazer em revivê-las.
Quanto ao grupo de alunos monitores, no início por estar extenso demais, causou-me angustia, pois me davam trabalho de indisciplina, falta de concentração nas tarefas propostas, porém, aos poucos por motivos particulares alguns foram desistindo, acabando assim por ficar realmente aqueles interessados e envolvidos com o projeto, ou seja, um grupo ideal, no sentido de proporção e companheirismo e fomos adequando todas as atividades de maneira que houvesse a participação efetiva de todos os integrantes com a maior cumplicidade em meio a um ambiente amistoso e prazeroso.
As etapas iam sendo cumpridas com muito prazer, comprometimento e alegria e com a expectativa das próximas fases a serem realizadas. Percebi o envolvimento de todos os alunos monitores ao executarem as tarefas propostas e assumirem o papel de “prof.” adquirindo assim, o respeito dos colegas das turmas que auxiliavam.
Os pequenos das 1ª séries, até o chamam de “tias” e professoras, tamanha confiança que adquiriram neste grupo de alunos dedicados, empenhados na realização deste projeto.
O fato de ouvirmos histórias dos alunos, professores e das pessoas da comunidade, nos deram a oportunidade de estabelecermos vínculos fortíssimos e identificarmos com as histórias do outro.
Gostaria de destacar a importância que foram as leituras, discussões e comentários que surgiram durante o decorrer deste trabalho, surpreendeu-me a forma interessante, pertinente e produtiva com que os alunos se reportaram sobre os temas propostos.
Quero deixar aqui registrado em meu relato, o imenso prazer em ter participado do desenvolvimento deste trabalho, em conjunto com uma equipe tão presente e de participação efetiva, como DOT/SME, portal museu da pessoa e portal educarede e em especial os agradecimentos ao excelente grupo de alunos monitores, grupo este, que gostaria de salientar sua qualidade, comprometimento, empenho e a disposição na execução das tarefas da melhor forma possível, sempre com um humor aflorado, competência e um forte impulso de vida que esses alunos demonstraram durante a execução deste projeto.
POIE: Marilli Cardoso Figueiredo

Depoimento - Bianca

Bom, tudo começou com a inscrição da nossa escola para participar do projeto “Nossa Escola tem História”, após uma reunião com a nossa P.O.I. E: Marilli Cardoso Figueiredo em DOT/SME, explicaram este projeto, e ela se interessou por demais.
Primeiro a nossa professora tinha que escolher os alunos com perfil de alunos monitores, os que se destacavam mais, ela pediu ajuda dos outros professores, pois não seria muito fácil.
Foi feita a nossa 1ª reunião junto com os pais, para explicar o conteúdo do projeto, todos os pais concordaram, e acharam super legal o projeto.
Cumprida a primeira etapa, começaram os encontros semanais com os alunos monitores, porém este grupo estava extenso demais, não ficou perfeito do jeito que a professora queria.
No início tudo era novidade, as 1ªseries, a 8ªC, o site educa rede, o blog, e todos gostavam, mas com o tempo, alguns alunos monitores foram desistindo do projeto por motivos pessoais.
Nas reuniões com o grupo nós fazíamos o que a P.O.I. E explicava, discutíamos alguns assuntos e depois postávamos no blog.
Nós gostamos muito da fonte histórica foi superlegal relembrar aquelas histórias e rever aquelas fotos e/ou objetos.
Também foi legal explicar para 8ªC e para os nossos professores sobre a fonte histórica e ouvir as suas histórias. e quem diria que alguns professores iriam falar para os alunos de sua infância, ou até mesmo trazer fotos antigas?
Naquele dia, nós alunos monitores, nos tocamos que os professores não são de “ferro”!
A experiência de ouvir depoimentos e fazer as entrevistas com algumas pessoas da comunidade foram gratificantes, fomos “repórteres” por um dia!
Só temos a agradecer as P.O.I. Es Marilli e Sueli por esses meses de aprendizado, pois realmente aprendemos muito com tudo!
Aprendemos a mexer em programas diferentes no computador: power point, audacity, movie maker, utilizar a webcan e máquina digital, fomos professores e até repórteres por um dia.
É... Mas, o projeto chegou ao fim, foi muito boa, uma ótima experiência, obrigada ao museu da pessoa, equipe DOT/SME e ao educa rede, e é claro as P.O.I. Es: Marilli e Sueli...Vocês são demais!
Nos registramos tudo isso, não só no baú de memórias como em câmeras, fotos e vídeos, que tal conhecermos mais um pouco dessa história? Vamos lá...

Aluna Monitora: Bianca Gonçalves Silva - 7ªE

Depoimento - Evelyn

Bom primeiramente gostaria de agradecer a oportunidade de poder participar do projeto "Nossa Escola tem História", pois me proporcionou muitas coisas boas, entre elas a convivência entre alunos e professores.
Foi uma experiência e tanto, me senti muito "especial “ com o modo em que os alunos de séries inferiores a minha me tratavam , me senti uma verdadeira "professora".
Gostei muito das atividades que exerci ao longo do projeto, descobri coisas que existia em mim que eu não sabia. Como por exemplo, me expressar em público, eu morria de vergonha, mas como disse a professora me sai muito bem .
Mas uma coisa que ficou a desejar foi a minha ausência no portal Educarede,
entrei pouquíssimas vezes no blog.
Mais sei que meus colegas de grupo fizeram por onde, assim deixando o Madre Joana bem representado.
Também gostei muito da parte em que nós alunos monitores deveríamos relembrar um acontecimento importante em nossas vidas, foi emocionante para mim...
Resumo em poucas palavras que o projeto “Nossa Escola tem História”,
teve uma importância imensa em minha vida.
É de meu prazer que o projeto fosse adiante para outras crianças se interessarem pelo projeto , para poderem assim relatar sobre suas vidas
e a convivência na escola Afinal...
"Nossa Escola tem História"

Aluna Monitora: Evelyn Helen Gaspar – 8ªF

Depoimento - Geisse

Não acredito, este projeto está acabando nossa! Para mim foi a melhor coisa que já me aconteceu, pois me influenciou no que quero ser quando crescer.
Quero ser ”PROFESSORA”, estou muito triste, porque está acabando, vou sentir saudades dos meus “picquetuchos”, pois é assim que eu chamo os alunos das 1ªseries, saudades de cada sala que entrou e saiu do laboratório, as broncas da professora no inicio do projeto, mas que valeu a pena, as postagens dos comentários de textos, do dia, entre outros estou realmente feliz por não ter que acordar 7:00 da manhã toda a semana, mas triste porque já me acostumei.
Agradeço a todos que me escolheram para fazer parte deste projeto, que ficou marcado na minha vida oportunizando aprender inúmeras coisas.
Obrigada a Deus por me manter até hoje neste projeto, foram lutas dificuldades sim, mas quando queremos os nossos objetivo, passamos pelas barreiras e tudo que vier contra nós, agradeço as P.O.I.Es: Marilli e Sueli por tudo que passaram comigo, me sinto realizada.

Aluna Monitora: Geisse Welica Santos Sousa – 7ªD

Depoimento - Gui

Meu nome é Guilherme tenho 14 anos, certo dia estava na escola quando recebi uma proposta pra participar de um projeto chamado “Nossa Escola tem História”.
A escolha dos alunos para participarem deste projeto foi de acordo com a sua disciplina e aprendizado, o aluno tinha que ser excelente.
Depois disso teve a reunião de pais para explicar o que ia acontecer ao decorrer do projeto, cada passo e pedir a autorização para uso de imagens e vídeo.
Então aceitei participar, esse projeto me ajudou muito, pois me incentivou ao gosto pela leitura, além de me proporcionar um novo jeito de ver a vida e pude conhecer programas que ainda nem pensava em conhecer.
Com o passar dos dias fui conhecendo o grupo um pouco mais e pude perceber que foi ótimo entrar nesse projeto, pois fiz mais amigos e pude conhecer a professora melhor. Adorei, pois a professora foi super legal comigo e hoje posso dizer que somos grandes amigos, tanto a professora Sueli quanto a professora Marilli.
Adoro todos vocês

Aluno Monitor: Guilherme Penteado de Alcântara – 8ªB

Depoimento - Flavinha

Nossa pessoal... Que pena!!! O nosso projeto querido está acabando mais tudo que é bom dura pouco! Esse projeto não só para mim, mais para todos, foi muito especial, por que nos ensinou muitas coisas interessantes, desde o primeiro momento, digo, da seleção até hoje, aprendemos ter paciência, responsabilidade, e muitas coisas mais.
Eu e minha colega Geisse, praticamente ficamos esse ano com uma responsabilidade tremenda de sermos mini professoras que é uma coisa muito boa para a gente, dos carinhos que os aluninhos tem conosco, é muito valoroso, a Professora P.O.I.E Marilli, também vez termos imaginação, refletirmos sobre os textos lidos, aprestar atenção nas leituras, para posteriormente elaborar comentários para postagem no blog do Educarede.
Tive a responsabilidade de acordar cedo todos os dias da semana, para vir para a escola ajudar a professora.
Isso e outras coisas foram que marcaram esse projeto na minha vida e na minha memória.
Agradeço minhas maravilhosas P.O.I.Es Marilli e Sueli por me aquentar todos os dias. Gostei muito dos amigos que conquistei, obrigada por tudo.


Aluna Monitora: Flávia Ribeiro Feliciano - 7ªD

Depoimento - Laís

O projeto para mim foi uma experiência incrível, eu nunca pensei que um dia eu ia ser escolhida a melhor aluna da sala para fazer parte de um grupo de pessoas maravilhosas.
O projeto já faz parte da minha vida e quando acabar eu vou sentir muita saudade, aprendi a respeitar, compreender e aceitar o jeito das pessoas, aprendi que eu sou capaz de fazer coisas que eu nem imaginava. Nosso projeto fez com que eu aprendesse a ser uma pessoa melhor e saber conviver com as pessoas diferentes de mim. Nossos trabalhos foram de grande sucesso, nosso baú de memórias, nossa rádio (que estamos construindo), nossa “tv M” que aos poucos está ficando pronta, nosso blog no site liga nessa (projeto eletropaulo), nosso cadastro no educarede e nossas postagens.
O projeto de memórias propicia um processo de aproximação entre escola e comunidade, além de contribuir para a construção pelos alunos da própria identidade e pelos professores na valorização da memória pessoal, cultural e comunitária e ainda uma percepção de si mesmo como seres históricos.
Para mim o projeto vai ser uma história de vida que quero guardar comigo para sempre.
Agradeço a prof ª:Marilli E Sueli pela calma que tiveram comigo e por tudo que aprendi com elas.

Aluna Monitora: Lais Ferreira da Silva – 8ªF

Depoimento - Ricardo

Tudo começou quando estava sentado na minha carteira, em sala de aula e a Prof° Marilli me chamou para participar do projeto “Nossa Escola tem História”.
Muitas coisas mudaram em minha vida, depois desse projeto, comecei a ter um pouco mais de responsabilidade, respeito com as crianças da tarde, apesar de alguns não terem um pouco de respeito.
Comecei a ter mais amizades com colegas da tarde da 7°séries.
Quando acabar esse projeto, vou sentir muita falta do pessoal, porque esse é o meu último ano nessa escola, estou terminando a 8°série, muitas vezes pintei e bordei. Sempre estarei visitando essa escola, meus professores e colegas também.
Hoje estou muito feliz em estar aqui nesse laboratório de Informática, postando um pouco de minha vida. O tempo passa e está acabando o projeto, muitas vezes fico triste e com raiva do tempo que passa muito rápido.

Aluno Monitor: Ricardo Henrique Altruda – 8°E

Depoimento - Biel

Oi, meu nome é Gabriel Prata, tenho 14 anos e vou lhes contar um pouco da minha experiência como aluno-monitor e de minha ida a essa função. Bom, a POIE Marilli começou com isso (não foi culpa minha estar nesse projeto), ela passou por todas as salas das 8ª séries e falando sobre esse projeto e que tínhamos sido escolhidos para fazer parte desse projeto. Eu, Guilherme, Érica, Alex, Ricardo e Laís fomos convidados a participar, mas Érica não aceitou, tudo bem continuamos com o passe, Alex ficou, mas ficou com aquele entusiasmo que até uma tartaruga tinha, com o tempo ele desistiu. Depois dos convites aceitos teve uma reunião de pais, com o propósito de informar aos pais sobre o projeto. Disseram muitas coisas e que iriam também ter muitos ensinamentos sobre fotos, vídeos, trabalhos a campo e etc. Bom, não teve mais ou menos 10% do acordo, por que não saímos a campo, quando o grupo foi divido para manhã e tarde, teve essa melhoria de estarem adiantado o grupo da manhã e o grupo da tarde “onde eu estou” ficou em reta-guarda. Com tudo isso nem foi muito ruim tivemos é claro umas entrevistas e com o passar do projeto foi alterando o ritmo dele e como ele seria feito.
Com isso tivemos muuuuiitos colegas (pelo menos eu tive) nos dias de sexta-feira, onde os alunos e POIEs iriam ficar nas salas juntos para ensinar ou ajudar, como preferir. Claro que o grupo da manhã preferiu ficar a semana toda ajudando a professora, até foi bom para dar uma ajuda básica a professora. E hoje faço esse depoimento que já esta acabando, ufa! Sobre esse projeto maravilhoso, tchau mais ver, Zaijien!

Aluno Monitor: Gabriel Prata da Silva – 8ªC

Depoimento - Helen

Minha Opinião sobre o Projeto...

Tudo começou quando a professora Marilli (P.O.I. E) veio nós contar sobre um projeto e nos convidou para ser aluna monitora, no começo tinham muitos alunos monitores, com o passar do tempo alguns foram desistindo.
Primeiramente, houve a reunião de pais, para explicar sobre o projeto. Começando posteriormente a ter os encontros semanais conosco, fazíamos tudo que a POIE dizia, foi uma experiência ótima contar sobre nossa fonte histórica, ajudar as 1ªSeries e também ficar com a 8ªC, foi muito bom.
As entrevistas com as pessoas de nossa comunidade também foi uma experiência ótima e quem diria que os nossas professores iriam trazer fotos e relatarem suas histórias e de seus familiares.
Demos o melhor de nós para que esse projeto saísse maravilhoso e na minha opinião...saiu, registramos todas as etapas desse projeto no baú de memória, em fotos e filmagens ““.
Agradeço muitas as P.O.I. Es Marilli e Sueli, por terem nos escolhido, por que nós aprendemos muito.
Pena ter acabado, mas é hora de ver nosso produto final....

Aluna Monitora: Helen Silva da Cruz – 7ªE

Depoimento - Bia

O que achei do projeto...

Tudo começou quando a Professora Marilli foi a minha sala e me disse que gostaria que eu participasse do Projeto “Nossa Escola tem História”, me explicou como seria esse projeto, adorei tudo e falei que participaria, depois de uma semana houve a reunião de pais juntamente com os Alunos Monitores.
A Professora explicou tudo sobre o projeto para os pais, meus pais concordaram e deixaram que eu participasse do projeto.
Depois dessa reunião com os pais, tivemos o nosso primeiro encontro como Alunos Monitores.
Para mim foi uma grande experiência, pois com o projeto aprendi muitas coisas.Tiveram muitos depoimentos de pais, alunos que já estudaram na escola.
Houve muitas Histórias de vida...
Ao mesmo tempo em que eu aprendi também ensinei, fiquei com as 1ªsérie e as 8ªsérie.
Bom, simplesmente o projeto foi uma maravilha.
Evolui muito, pois não sabia falar em público, logo fui perdendo a timidez, porque no projeto nós tivemos que explicar tudo para os alunos da 8ªC, que foi a turma que escolhemos para participar...
E até hoje estou no projeto...
Espero que no ano que vem o projeto tenha continuidade e eu possa participar.
Aluna Monitora: Beatriz Lima Fontes Braz - 7ªC

Depoimento - Carol

Minha experiência ao participar do projeto “Nossa Escola tem História”, no começo todos nós ficamos entusiasmados com o projeto, ficamos super animados com a proposta de ser um aluno monitor e tivemos reunião com os pais, onde os mesmos ficaram orgulhosos em saber que seus filhos foram alunos exemplares e foram escolhidos pelos professores. Mas aconteceu que, devido a diversos motivos, alguns foram saindo, permanecendo apenas 11 integrantes...
No 1ª encontro dos alunos monitores, fizemos o cadastro no educarede e conhecemos o site, adoramos.
Já na construção do baú de memórias, todos participaram, encapamos a caixa e colocamos as fotos tiradas na escola.
A 1ªapresentação a 8ªC foi vergonhosa, pois ficamos com muita vergonha, pois nós somos da 7ª série e é difícil simplesmente expor o projeto a pessoas mais velhas, mais fomos acostumando a até apresentando e explicando o que é fonte histórica aos professores, foi muito engraçada e hilária a experiência, pois os professores são outras pessoas, mais divertidas e engraçadas. Foi muito legal.
Com as 1ªseries, fomos ajudando, conhecendo e gostando de cada um, eu particularmente até pensei em ser professora, mas já descobri que não dá, mas valeu a experiência com os fofos.
Bom minha história de vida, foi engraçada e eu adorei relembrar de tudo aquilo, tem certeza que se não tivesse acontecido o projeto eu não relembraria, foi muito prazeroso. E para finalizar...
Eu adorei fazer parte desse projeto e se pudesse faria tudo de novo, pois descobri o que é memória, não servem só para ficarem guardadas e sim compartilhar com outras pessoas, pois foram momentos marcantes, valeu muito a pena.
Cometi alguns erros sim, mais isso só serviu para aprender a melhorar, aprendi muitas coisas com todos vocês e tenho certeza que já nos tornamos uma GRANDE FAMÍLIA.

Aluna Monitora: Ana Carolina de Jesus Santos - 7ªE

Rádio "Memórias em Equipe"

Pessoal este é um dos produtos finais da página do nosso livro virtual, os alunos monitores criaram, fizeram a gravação e edição da rádio “Memórias em Equipe”, retratando todo o desenvolvimento do projeto “Nossa Escola tem História”. Por estar com uma quantidade de MB acima do permitido para ser postada no educarede, postamos no site podcast, logo abaixo está o LinK para ser acessado.
http://www.podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=3644


Logo abaixo da foto dos alunos monitores, há possibilidade de ouvirem diretamente da página, ou então fazer o download do arquivo para o PC e ouví-la no seu próprio computador.


Vale a pena!!! Ficou muito criativo....

Início do Projeto

Início do Projeto: Reunião de Pais para explicação do projeto e algumas imagens da participação dos alunos monitores junto as classes no Laboratório de Informática

Música Memórias



Nossos artistas: Gravação Música "Memórias", criada pelos alunos Wellington, Wilson e Gabriel da 7ªC, onde as alunas da 7ªD interpretaram ao som do teclado de Wellington.
Primeiramente o ensaio na Sala de Leitura e gravação oficial no Laboratório de Informática.

Gravação Música Memórias

Pessoal este é um dos produtos finais da página do nosso livro virtual, os alunos monitores criaram, fizeram a gravação e edição da rádio “Memórias em Equipe”, retratando todo o desenvolvimento do projeto “Nossa Escola tem História”.

Tecladista: Welligton 7ªC e interpretação 7ªD

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Minha Primeira Professora

Tenho nitidamente em minha memória, o primeiro dia de aula, em uma escola enorme, desconhecida, nossaaaa!!!!! Assustadora a imensidão daquelas paredes de concreta que me cercavam, embora temerosa, estava ansiosa diante de uma nova situação em minha vida, ao encaminhar-me em fila para sala de aula, senti um alívio ao me sentar na carteira, a presença e apresentação da minha primeira professora foi acolhedora, tranqüila, carinhosa e amável, senti-me segura diante de tão calorosa recepção....E desde então, foi um incentivo para dedicar-me aos estudos de maneira prazerosa e dedicada. A minha primeira professora fez a diferença em minha vida e hoje, depois de alguns anos, ao dentrar na minha segunda escola de opção para exercer minha profissão de professora, deparo-me com esta, tão incrível e dedicada professora, a qual tenho imenso carinho e agradecimento, e agora uma "AMIGA" de trabalho, hoje, não estamos mais exercendo a profissão na mesma Unidade Educacional, porém compartilhamos idéias, trocamos experiências, carinhos, através de e-mails e quando possível, nos encontramos em reuniões e cursos oferecidos pela PMSP. E após muitos anos de um árduo trabalho comprometido e dedicado, ela continua a mesma gracinha de sempre, humilde, empenhada, dedicada, comprometida com a educação e principalmente AMIGA...Gostaria de deixar, então aqui registrado, minha afeição, respeito e carinho que tenho por esta pessoa MARAVILHOSA que és você.... Professora Rosângela - OSL da EMEF "Alexandre de Gusmão" - Guaianases.


POIE - Marilli Cardoso Figueiredo

O dia da Bicicleta

Olá, eu sou Gabriel Prata hoje vou contar sobre no dia que eu fui para Bahia, foi uma bomba para minha vida. Era o seguinte: minha mãe alugou uma casa e nessa casa é obviou que não conhecia ninguém, com o tempo fui conhecendo pessoas logo a rua inteira sabia meu nome. Nessa rua tinha uma ladeira e nela quase nunca passava carro, com minha super bicicleta de duas rodas (ohhhh!) que aconteceu, vim da casa de minha tia e como sempre de bicicleta e que não tinha ninguém lá. Mas parece uma coisa, quando eu estava descendo na ladeira pessoas começavam a vim (ah, e a ladeira era longa demais). Até ai tudo bem desviar o pessoal é fácil, lá ainda estava subindo um carro e com esse carro quase eu fui da um alô a Deus. Meu Deus foi um acidente trágico lá tinha também uma lojinha e todos que estavam lá viram o desastre. Quando me quebrei a bicicleta todos que estavam ali vieram e fizeram uma rodinha e começaram as perguntas, “Você está bem, Se machucou, Como aconteceu?” Mas com tudo o motorista me viu e disse também se eu estava bem, ainda bem que nada de mal aconteceu, ah! E minha mãe também saiu descendo a ladeira gritando; Gabriel, Gabriel...!
E essa foi minha história.
Transmissão concluída.



Aluno Monitor: Gabriel Prata da Silva - 8ªC

Um dia legal!

Meu Nome é Guilherme Penteado de Alcântara, tenho 14 anos estou na 8ª Série, pretendo terminar maus estudos e fazer um curso de administração. Vou contar um pouco sobre o dia mais feliz, foi meu aniversário de 12 anos foi muito legal, pois foi lá no Mc Donald, eu e mus amigos se divertimos muito.
Lá conheci uma menina, no começo fiquei com muita vergonha de ir até lá e perguntar o nome dela, criei coragens e fui até lá perguntar. Ela disse Jéssica por que, eu olhei pra ela e disse tudo bem só queria saber isso, então ficamos conversando por um bom tempo, e assim até hoje somos bons amigos desde então nunca mais a vi. Só converso com ela pelo Orkut ou no MSN.


Aluno Monitor: Guilherme Penteado de Alcântara – 8ªF

Minha viagem para Caraguatatuba

Tudo começou quando fui para a praia de Caraguatatuba, com a minha família e meus avós. Indo para praia fiquei muito feliz. A estrada era muito linda, o mar era muito limpo, com a água no pescoço dava para ver o nosso pé, o mar era parado e sem ondas.
No dia de ano novo foi muito bonito, o fogo colorido, tudo lindo...
Um dia, no quarto, apareceu um gatinho muito lindo, cheio de fome, ali demos comida para ele e ficou muito saudável, mas era muito difícil de pegá-lo, nunca conseguia pegar aquele danadinho. Depois minha avó descobriu e não queria o gatinho dentro de casa.
Mas aquele danadinho queria mesmo ficar conosco, no outro dia ele ficou perto da janela, miando, miando, com fome, e então minha avó ficou com o coração partido e aceitou colocá-lo dentro de casa. Depois voltamos para São Paulo.
Chegando em São Paulo, fui na casa dos meus outros avós, e logo eles viram o gatinho. E queriam ficar com ele. Até que me conquistaram. E hoje o gato se chama Mimoso e é muito gordo e cheio de saúde.
Hoje tenho 14 anos, me chamo Ricardo Henrique Altruda, sou um pré-adolescente muito feliz...


Aluno Monitor: Ricardo Henrique Altruda – 8ªE

Minha História

Minha história começou no dia 20/07/1994 às 12:20 hs no hospital Santa Marcelina, onde eu nasci, foi passando o tempo e eu fui crescendo, crescendo, com um ano comecei a dar meus primeiros passos. Minha mãe disse que eu era uma criança muito esperta e muito levada, vivia fazendo arte, desde pequena eu já era muito comunicativa e extrovertida.
Aos quatro anos de idade comecei a freqüentar a escola, no pré minha primeira professora se chamava Jaqueline, desde então já era arteira e gostava mais de brincar com os meninos e brigava muito com uma menina que sentava no meu lugar. Já fui até com um biquíni por baixo da blusa escondido da minha mãe. Quando comecei a freqüentar a escola Madre Joana estava com quase sete anos, tive vários professores que gostei muito e ainda sinto saudades até hoje, mas a melhor experiência que tive foi na 6ª série, foi quando entrei no atletismo e fui para Barretos com meus colegas e isso foi o que mais marcou na minha vida. Eu lembro que fiquei 5 horas segurando xixi, porque nós estávamos no ônibus e ele não podia parar, e até quando chegou na parada, aí eu desci correndo e fiquei uns 5 minutos no banheiro, foi muito engraçado. Depois no outro ano foi mais difícil ganhar, porque as meninas eram mais fortes, ganhei quatro medalhas no ano de 2007.
O tempo foi passando e hoje estou no projeto que está sendo muito legal, já fizemos várias coisas, demos aulas, ajudamos as pessoas, fizemos amigos e isso vai muito além, estou adorando.

Aluna Monitora: Laís Ferreira da Silva – 8ªF

domingo, 21 de setembro de 2008

Uma trágica Realidade

Eu queria contar um pouco de uma história muito triste que aconteceu comigo, o falecimento de meu pai. Na verdade não foi exatamente um falecimento e sim um assassinato, pois se não existisse violência e pessoas que a praticassem o meu pai estaria aqui comigo acompanhando o meu desenvolvimento, meu crescimento, a minha evolução. Recebi esta trágica notícia através de minha mãe que me acordou, em uma manhã de segunda – feira do mês de janeiro de 2005(não me lembro bem o dia), depois de receber a notícia pelo celular de uma vizinha de meu pai, eu não morava mais com ele, pois a minha mãe arranjou um novo companheiro e decidiu morar com ele eu e a minha irmã, tivemos de acompanhá-la.Aconteceu exatamente assim: Meu pai estava trabalhando com um cunhado dele (meu tio) que ia sempre buscá-lo em casa para irem juntos, ele chamo, chamo, chamou e meu pai não atendeu, então ele abriu a janela do quarto que não fechava como devia e encontrou meu pai no chão todo ensangüentado com uma faquinha de pão em cada pé e um garfo na garganta, meu tio (cunhado do meu pai) ficou apavorado chamou a polícia imediatamente e depois de uma perícia bem feita descobriram que uma mulher participara do crime, pois encontraram fios muitos fios de cabelo enrolado em uma de suas mãos. Descobriram também que usaram um machado, e quebraram no em sua face, isso me chocou muito, pois isso não é maneira de uma pessoa de bem perder a vida, não poder acompanhar o crescimento de seus filhos até atingirem uma idade favorável e poderem se virar sozinhos, Eu tinha 9 anos hoje tenho 13, minha irmão tinha 5 anos hoje ela tem 9. Perder uma pessoa amada dessa maneira não é fácil eu o amava demais,e hoje eu só tenho ótimas lembranças daquela pessoa alegre, gentil, brincalhona e acima de tudo um SER HUMANO.

Ex Aluna monitora: Ariane Oliveira - 7ªB

Minha Primeira Professora

Bom na primeira serie na escola “Madre Joana Angélica de Jesus´´, conheci a minha primeira professora, ela se chama Érika e ela era tão meiga e carinhosa e tão delicada que parecia uma bonequinha de porcelana, bom gosto tanto dela... E uma vez ocorreu uma historia engraçada na sala.Pra começo a prof ª conhece a minha mãe , e ela e minha mãe combinaram de fazer uma festa na sala ai eu fiquei na maior alegria eu minha mãe e minha irmã compramos: refrigerante,saquinhos surpresa e minha mãe fez bolo , salgados e docinhos. Ta no dia da tal festa arrumamos ate um rádio. No dia era uma quarta – feira e quase todo mundo veio com presente na mão e ai a professora não veio e foi uma decepção. Na quinta – feira a professora não veio de novo , eu fiquei tão triste que ate chorei mas ai mãe pediu para eu ter um pouco de calma .Na sexta – feira ela veio ai eu fui embora soluçando de tanto chorar .Minha mãe teve uma idéia...De ligar para todos meus amigo(a) da escola e da rua onde moro ai fizemos a festa.Na segunda – feira fui para a escola muito chateada, com a professora, ela me viu e me deu os parabéns e me para ajudar , ela com alguns livros e eu pensei ``Nossa ela nem me pediu desculpas e já pede ajuda´´ .mais tudo bem ,quando eu entrei na sala todo mundo começou a cantar parabéns , adorei ai sim a professora me pediu mil desculpas e eu aceite porque gosto muito dela! No final da historia fiquei triste no começo mais no final em vez de uma festa ganhei logo duas.

Aluna Monitora - Ana Carolina de Jesus Santos - 7 ªE

Minhas Melhores Férias

Vou contar como foi uma das minhas férias na praia... Essas férias foram muito engraçadas, “toda” minha família resolveu tirar férias no mesmo mês. Fomos para praia grande (no litoral de São Paulo), alugamos uma casa muito grande e boa, e foram mais ou menos 30 pessoas, mas tem um porem: a casa só cabia em média umas 20 pessoas, então ficamos muitos apertados, dormíamos na sala, nas barracas do lado de fora, três pessoas em um colchão enfim, uma multidão!! Durante o dia íamos para a praia umas 8:00 h, e voltávamos para almoçar umas 14:30 h, como era muita gente, era uma “muvuca” !! No almoço, comiam no quintal, na sala, na calçada, em todos os lugares, menos na cozinha! Um desses almoços na calçada, conhecemos os vizinhos da frente, eles também estavam em bastantes pessoas, mas muito menos do que a gente, e fizemos amizade. Meu primo teve uma idéia de fazer guerrinha de bexiga, a minha Família (Gonçalves) contra a deles, então eles ficavam em um portão, e nós no outro, como minha família gosta muito de zoar, minha família ficava zoando eles, de vesgo, e muitas outras coisas, mas sem ofensas, é claro!! Mas teve uma hora que a brincadeira ficou séria, não éramos mais amigos éramos “inimigos”!! E por incrível que pareça, todas as “guerrinhas” nós os Gonçalves sempre ganhávamos!! Os vizinhos não quiseram mais “brincar”, e daí por diante tudo era motivo para zoar eles.
Eles foram embora, não sei se foi por nossa culpa, ou se foi porque quiseram, só sei que foi uma das melhores férias da minha vida!!!

Aluna Monitora- Bianca Gonçalves- 7ªE

Melhor Presente de Natal

Oiiiiiii meu nome é Flavia Ribeiro sou aluna monitora e vou contar um fato da minha vida, o meu melhor presente de natal foi uma bicicleta nova, foi assim, meu pai comprou, mas eu não sabia, seria uma surpresa no final do dia. Eu estava já desconfiada disso, mas nem pensei que erra uma bicicleta, pensei que era outra coisa.
Perguntei para a minha mãe onde estava o meu pai, ela me respondia que ele estava na minha avó detetizando a casa, mais era mentira, na verdade ele estava montando a minha bicicleta e eu estava falando com o meu primo Vinícius se eu acreditava ou não e o meu primo me falava, não sei de nada não e eu ansiosa para ganhar o meu presente no final do dia, mais parecia que o dia não passava, parecia que era de propósito.
Até que enfim chegou a hora, meu pai chegou da minha avó e foi tomar banho para se vestir de papai noel, por que todo o ano ele de se veste de papai noel é eu sou a mamãe noela.
Mais no ano de 2003, a festa foi na casa da minha tia, perto da minha casa, subimos todos. Percebi que o meu pai, meu irmão e o meu primo Rafael tinham sumido, era por que eles tinha ido à casa da minha avó buscar a minha bicicleta.
De repente, eu escutei o portão da casa da minha tia se abrindo, corri para fora e tive uma surpresa... a bicicleta que eu sonhava tanto, tão linda, tão maravilhosa e o meu irmão também ganhou o que ele queria, um violão e esse foi uns todos os fatos da minha vida e também foi um dos melhores natais e todos na minha tia ficaram felizes, com muita paz e amor.

Aluna Monitora - Flávia Ribeiro Feliciano – 7ªD

Penteado

O penteado que ficou pra historia, foi o penteado estilo girafa. Aqui na minha escola teve uma festa para os alunos no dia das crianças. Começou bem cedo, e houve varias brincadeiras e em uma delas era a do penteado, aí a minha professora Cristiana de história me escreveu para participar, como o meu cabelo era bem grande então dava para fazer o penteado bem alto. Aí umas sete pessoas ficaram fazendo o penteado no meu cabelo, quando ficou pronto, fui concorrer, tinha um monte de meninas concorrendo, conseguir ficar em 2ºlugar, não fiquei triste não, pois eu rir muito naquele dia.

Aluna Monitora - Beatriz Lima Fontes Braz – 7ªC

Aprender a andar de Bicicleta

Quando eu aprendi a andar de bicicleta foi assim:
Eu tentava muito andar de bicicleta era todo santo dia, meus irmãos me ajudavam muito até que consegui. Eu empolguei-me muito, andava muito, subia um morrinho que tinha perto da minha casa e descia-o. Até que eu resolvi descer um morro altíssimo, e fui lá, só que quando eu desci, descobri que a bicicleta estava sem freio e quando fui virá-la não virou, e ela foi parar direto no poste, bati no poste e fui parar direto na parede de um mini-supermercado, quase morri fiquei sem ar e passei a maior vergonha da minha vida na frente de todo mundo e eu fiquei internada no hospital comendo uma sopa horrorosa e a minha mãe quase me “matou” de tanta raiva.
Moral da historia: Fique um ano sem andar de bicicleta.

Aluna Monitora- Geisse Wélica dos Santos Sousa 7ªD

Primeira Vez que andei de Avião

Em 12 de Dezembro de 2006, minha mãe falou para o meu pai:
__Amorzinho, eu quero viajar para o Piauí o quanto antes para ver a minha mãe!.
Meu pai falou:
__Vai, ninguém anda com as sua pernas!
Minha mãe já tinha guardado dinheiro para ir, ela combinou com o meu pai, dois dias depois eu e meu pai fomos comprar as passagens. Fomos à estação Anhangabaú, compramos as passagens, somente para mim e minha mãe.
Eu e a minha mãe esperamos ansiosas, só falamos nesta viagem. Quando estava faltando três dias para viajar já fui fazendo a minha mala e era roupa pra lá, roupa pra cá e abre o guarda-roupa e fecha o guarda-roupa, era um vuco, vuco, vuco, vuco, que pelo amor de Deus! Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrrs.
Chegou o dia 7 de janeiro, o dia de nós viajarmos, minha mãe acordou cedo, foi em Guaianases, pegamos os óculos dela, compramos umas lembranças para dar para o povo dela, compramos umas pulseiras, brincos e essas coisas que mulheres gostam! Fomos correndo para casa, quando chegou lá em casa foi àquela correria, minha mãe ficava: vai logo, vai tomar banho, vai fazer isso, vai fazer aquilo, vai logo Helen, ficou toda desesperada, enfim chegou à hora de irmos e eu com o coração apertado, sem querer deixar a minha casinha, meus amigos, porque eu iria ficar lá praticamente um mês .
Chegou à hora...dei um abraço muito apertado em todos e começou a cair um rio de lágrimas. Chegando ao aeroporto, deu-me um nervoso, pois era a minha primeira vez que iria viajar de avião. Despedi-me do meu pai e ai foi que eu chorei mais ainda! Entramos na sala para entrar no avião, lá é muito grande e muito bonito, nós viajamos pela gol.
Chegou à hora de embarcar, na hora que o avião estava subindo, deu um frio na barriga, mas eu gostei! Aquele dia vai ser um de muitos que eu nunca vou esquecer!

Aluna Monitora- Helen Silva da Cruz- 7ªE

Meu Primeiro Amor

Meu primeiro amor foi segunda-feira de manhã, eu estava na escola EMEF “25 de Janeiro”, com 10 anos de idade aproximadamente. Olhei uma garota muito linda, foi amor à primeira vista. Pensei comigo, que garota linda, eu quero namorar com ela, mas não podia, porque eu e ela éramos muito novos.
Bom, na saída da escola, ela estava se aproximando, eu pensei que ela ia falar comigo, mais não, ela foi falar com o meu colega.
Ela queria saber quantos anos eu tinha e falei que tinha 10 anos, e ela falou para o meu colega que eu era muito novo.


Aluno Monitor- Diego Leonardo Candido- 7ªA

Meu Primeiro Gol

Vou contar o meu primeiro gol, eu nunca gostei de jogar futebol, mas um dia eu joguei aqui na quadra da escola mesmo, eu estava no meio do campo e o atacante chutou para o gol e o goleiro defendeu e a bola voltou para os meus pés, e sabem o que eu fiz?
Dei um chute, que a bola foi bem no canto na gaveta, e veio todo mundo pra cima de mim e começaram a me dar pedala, e nós ganhamos por causa do meu gol. E até hoje eu não gosto de futebol.



Ex aluno monitor: Caio Alves Lima - 7ªC

Nossos Pequenos Artistas



Nossos pequenos e grandes artistas. Esses alunos
representaram as 1ª séries contando suas histórias.
Foi realmente desafiador, porém muitíssimo gratificante...
Parabéns....Você são demais!!!

Desafio com as 1ª séries

Aqui está o desafio cumprido por nós alunos

monitores e POIE. Ouvimos, fotografamos e

filmamos os alunos das 1ª séries contarem

suas histórias à partir de uma foto significativa.

Eles são fofos demais!!!

Registro do nosso trabalho



Construimos o nosso Baú de Memórias para guardar
todo o conteúdo estudado, construído e criado por nós
alunos monitores e POIEs.
Logo abaixo vocês verão o vídeo que mostra a nossa
confecção....Valeu!!!































Confecção do Baú de Memórias

Confecção do Baú de Memórias feita pelos alunos

monitores no Laboratório de Informática.

Passeio em Família

Nossa...como foi difícil escolher uma única foto para descrever apenas um momento significativo de minha infância, confesso que esta procura pela foto trouxe-me várias recordações de lugares onde estive e momentos especiais com os quais desfrutei durante toda minha infância e adolescência, que há anos não me recordava.
Enfim, após uma longa e duvidosa escolha, selecionei uma foto que foi tirada no período de 1979, para ser mais precisa, dia 21/10/1979 (minha mãe muito caprichosa, registrava atrás da fotografia as datas), eu, de shorts (a menor da galera, hoje não muito diferente, pois continuo a menorzinha entre todos...rs.rs...), junto com uma parte de minha família: avós, tios, primos, meu único irmão Marcello e minha tão querida, amada e adora mãe, na qual não aparece na fotografia, pois foi ela quem a tirou. Como era de costume e quase que um ritual, nos finais de semana, íamos todos em família para o clube Sam Moritzs em Mairiporã, lá divertíamos muito, freqüentávamos as piscinas, brincávamos no playground, almoçávamos no restaurante do clube e o mais importante de tudo, era a união de meus familiares, ali passávamos momentos únicos e especiais, que ficarão registrados em minha memória para o resto de minha vida, momentos estes com os quais se tornavam impossíveis no dia-a-dia durante a semana devido às inúmeras tarefas, obrigações e compromissos que tínhamos.
Posso afirmar com toda convicção, que tive uma infância e adolescência privilegiada, recheada de momentos significativos, embora tenha perdido meu pai muito cedo (aos 5 anos de idade), minha mãe, tão heroicamente batalhava para garantir a nós (a mim e ao meu irmão) uma vida repleta de alegrias e muita felicidade, junto aos meus familiares.
Serei eternamente grata a minha querida mãezinha, por esta força que somente “Deus”, tenho certeza, tenha dado a ela para que fizesse de nós, pessoas honestas, comprometidas e dedicadas a tudo que nos comprometemos a executar. Foi através do exemplo que tive dentro de casa, que sou o que sou hoje.
Obrigada “Deus” e mãezinha do meu coração. Amo-te muitão!


Profª Marilli Cardoso Figueiredo – POIE

Objeto Significativo

Aqui estão as alunas monitoras: Bianca Gonçalves Silva 7ªE

e Flávia Ribeiro Feliciano 7ªD, narrando uma Fonte Histórica

através de um objeto significativo... Confiram!!!

Máquina Registradora

Oi gente, sou a Flávia Ribeiro Feliciano, tenho 13 anos e vou contar a história de um objeto que deixou uma marca muito especial em minha vida.
Foi assim, estava chegando o natal e eu ansiosa, falei para minha mãe: __ E o meu presente?
Ela me disse: __ Eu vou comprar, calma, calma. Passou, passou e nada dela comprar o meu presente, porque nessa época eu ia com ela comprar os presentes, inclusive o meu, uma semana para o natal falei para minha mãe:
__Mãe, nós não vamos comprar o meu presente?
__Nossa Flávia, vamos comprar, mas não estou com dinheiro.
__Não acredito que você não vai comprar o meu presente.
__Vou dar um jeito.
Ela ligou para a minha vovó, disse que precisa de sua ajuda e a minha avó concordou de imediato ajudá-la e combinaram que no dia seguinte iriam comprar meu presente. Minha mãe ficou muito agradecida e de imediato me comunicou, e eu confesso que fiquei super aliviada, disse que à amava muito.
No dia seguinte, fui para casa de minha avó, fomos juntas comprar o presente, primeiro fomos ao shopping, porque a minha avó, praticamente mora do lado do shopping Aricanduva e fomos na maior loja do shopping de brinquedos, porque eu queria uma máquina registradora, enfim, rodamos todas as lojas de brinquedos do shopping e não encontramos o brinquedo em nenhuma delas. Como já era tarde, fomos embora e eu dormi na casa da minha avó, pois no outro dia íamos em outro lugar para comprar o meu presente.
No dia seguinte, fomos lá na Vila Matilde, chegando lá achamos o meu brinquedo, mais adivinham??? O cartão da minha avó não passou. Fomos embora, e eu naquela decepção... No outro dia, minha avó, levou o cartão do meu avô Paulo, e até que enfim conseguimos efetuar a compra do meu tão esperado presente.
Fomos para a casa de minha avó, pois minha mãe já estava me esperando para irmos embora.
O natal chegou, pude brincar com a minha máquina registradora e foi assim à maluca procura do meu presente tão querido.

Aluna Monitora: Flávia Ribeiro Feliciano - 7ªD

Meu Boneco

Meu primeiro boneco significa muito pra mim. O nome dele é Pégasos, acho ele uma coisa muito especial pra mim pois ele além de ser meu boneco é uma relíquia, pois esse boneco você não encontra em nenhum lugar a não ser por um colecionador. Ele é o boneco que não tenho palavras pra fala ou até mesmo para escrever o tanto que eu gosto desse boneco.
Quem me deu foi meu pai ainda quando eu era bem pequenininho, não me lembro muito do dia mais lembro que foi o melhor dia da minha vida pois esse boneco parece que faz parte da minha vida , alem de ser um bom amigo quando estou sozinho, com raiva ou até mesmo sem nada para fazer ou se quiser conversa com alguém posso contar com ele.

Aluno Monitor: Guilherme Penteado de Alcântara – 8ªB

O celular

Bem, eu vou falar a vocês, foi muito difícil escolher um dia especial para mim, pois eu tenho tantos....
Eu estava pensando qual dia eu iria falar, lembrei do dia do meu aniversário,
e vai ser esse dia que eu irei falar!
Era um belo sábado véspera do dias das mães que era o dia que eu fazia aniversário, dia 12/05/07 e no dia 13 iria ter um almoço lá na minha casa dos dias das mães, eu e o meu papai, fomos ao supermercado comprar as comidas e eu vi um lindo celular na vitrine, fiquei desesperada, achei lindo fui e falei com o meu pai e ele estava em dúvida se comprava.
Eu fiz uma cara que nem um pai resiste e ele falou que ia comprar eu fiquei feliz da vida!
Cheguei a casa, já fui mostrando pro meu irmão e para todo mundo!
Sempre agradeço meus pais por eles serem tão legal comigo e por me dar amor e carinho!
Bem esse foi um dia muito especial para mim!

Aluna Monitora: Helen Silva da Cruz – 7ªE

Minha cachorra Bolinha

Quando eu tinha 5 anos ganhei uma linda cachorra que se chamava Bolinha.Ela foi o maior presente que Deus me deu.
O nome foi dado pelo meu primo Cláudio,eu me apeguei muito a Bolinha e nos dias que ela fugia de casa eu ficava desesperada e tinha vezes que eu até chorava.
Em um dia que minha mãe e meu pai saíram minha cachorra já tinha fugido há mais de horas e não voltava. Eu saia na rua que nem louca gritando pela Bolinha e nada, quando deu a hora da minha mãe sair ela não tinha voltado e eu não queria que a minha mãe fosse,mas ela foi e eu fiquei no portão gritando e chorando.
Quando eu já tinha perdido as esperanças ela aparece toda contente abanando o rabo e eu dei um abraço bem forte nela e fiquei muito feliz que ela tinha voltado.
No dia 9 de março de 2006 eu cheguei da escola e percebi que ela estava triste e parecia cansada e eu perguntei para a minha mãe o que tinha acontecido com ela,minha mãe disse que ela saiu para a rua e voltou daquele jeito. Anoiteceu e eu estava jantando, minha mãe foi até o varal parar pegar a toalha para tomar banho e ela vê a Bolinha deitada no chão sem se mexer, minha mãe chamou-a e ela não respondeu, mexeu nela e ela estava dura, minha mãe percebeu que ela tinha morrido e foi falar com o meu pai. Ele falou para ela dizer que a bolinha tinha fugido,mas minha mãe não queria mentir.
Ela sentou no sofá e me falou:
-Lais a Bolinha morreu!
Naquela hora eu não agüentei e fui vê-la, comecei a chorar e fiquei desesperada.
Quando meu pai tirou ela para enterrar eu vi uma coisa preta em baixo dela e era veneno que tinham dado para ela e estourou tudo lá dentro dela, foi o pior dia da minha vida.
Ontem dia 18 de junho de 2008 eu vi tratores tirando terra onde enterraram a Bolinha, minha mãe disse para eu não ficar triste porque não sobrou nada dela que ela esta no céu me olhando.
E só me sobrou o filho dela que se chama Toby e que eu gosto muito, como eu gostava dela.


Aluna Monitora: Lais Ferreira da Silva - 8ªF

Caminha Predileta

Bom, estou aqui para contar um pouco sobre esta foto.
Ela foi tirada por minha tia na casa da minha avó, eu tinha uns seis à sete meses, estava na minha caminha predileta.
Quando ia à casa da minha avó, o meu avô ainda era vivo, e eu fui à única neta que ele pegou no colo, ele sempre vivia dizendo que minha mãe depois de mim só ia ter menina, é e parece que isso aconteceu, minha mãe teve quatro meninas e dois meninos.
Ali é o quarto do meu tio Junior, ele adorava que eu ficasse lá, eu era o seu xodó, quando estava ali era o aniversário da minha avó e do meu tio Josué, ele ia fazer uns doze anos de idade, era um dia feliz para meu tio e para minha avó, e para mim que quando olho essa foto sinto muitas saudades dos tempos de criança.

Aluna Monitora: Geisse Welica dos Santos - 7ªD

Poney Dolly

Oi gente, hoje eu vou contar um fato significativo da minha vida para vocês...
Bom, foi assim, em agosto de 2001 eu fiz aniversario, e ganhei um Poney que coloquei o nome de Dolly, essa historia é muito engraçada, porque todas as noites eu dormia com a Dolly, e na véspera da páscoa não foi diferente, mas na páscoa eu não acordei com a Dolly, eu tinha apenas seis anos e fiquei muito surpeendida com isso! Achei muito estranho e perguntava pra todos: “Você viu a Dolly? Você viu a Dolly?” E todos respondiam que não.
Eu comecei a olhar pro chão e vi as pegadas dela, que iam diretamente pra cozinha, quando cheguei lá, a cozinha estava toda bagunçada e suja de chocolate, e depois as pegadas iam para o meu quarto que parava no meu guarda-roupa, quando abri o meu guarda-roupa levei um susto.... A Dolly estava lá com um ovo de páscoa! (como se ela estivesse feito!).
E toda vez que lembramos dessa história eu pergunto para minha mãe:
-“Mãe, o que cavalo tem a ver com a páscoa?” E ela me responde:
- “Nada, eu só quis fazer uma graça!”.

Aluna Monitora: Bianca Gonçalves Silva – 7ªE

Os Digimons

Bom, eu sou um menino um pouco solitário quando criança vivia numa oficina de carros que meu pai tinha, mas ele nunca deixava eu chegar perto de lá, amigos parecia que nem conhecia esse nome... Então o único método conhecido para não enlouquecer era brincar com meus brinquedos tão singelos, bonecos, carrinhos, e assim por diante.
Um de meus brinquedos favoritos era meus digimons, bonecos de um seriado antigo mas que atualmente passa na Jetix. Bom eles sempre me ajudaram a esquecer que não tinha amigos. Com o tempo fui ganhando amigos logo quando fui viajar a Bahia (parece que todas minhas histórias têm haver com a “Bahia”), meu primo Matheus brincava comigo teve uma vez que ele até chorou numa dessas brincadeiras. Tudo começou com a minha obsessão por brincar com digimon, eles estavam numa ilha que se chamava Ilha Arquivo. Bom essa ilha mágica, tinha malvados, e toda aquela dramaturgia que já se viu.
Eles estavam em guerra, os digimons bens contra maus, por causa de suas idéias e costumes e com certeza a razão certa era dos bens. Mas o guerreiro, mais potente era adormecido por um poder que tinha que ser descoberto, com certas pessoas que apareceram com o passar da história ajudam esse guerreiro, lembro que no final ele morre e esse meu primo chora. Que emocionante foi isso muitas outras histórias aconteceram mas, logo que só podia escolher uma escolhi essa. Então até a próxima, tchau!!!!!!!!!!!!!!
Aluno Monitor: Gabriel Prata da Silva – 8ªC

O casamento da minha mãe

Nossa como foi difícil escolher um dos momentos mais marcantes de minha infância.
Escolhi o casamento dos meus pais, foi assim...
Minha mãe veio para São Paulo com 15 anos, minha avó trabalhava num bar perto de casa. Minha mãe ajudava minha avó a cuidar do bar, meu pai naquela época tinha 17 anos. Meu pai bebia muito, então ia sempre para o bar beber, ele gostava muito dela, só que minha mãe não gostava dele, pra ele conquistar minha mãe, todas às vezes que ia ao bar levava uma caixa de chocolate, foi desta forma que meu pai foi conquistando minha mãe.
Até que ele criou coragem e foi pedir a minha mãe em namoro para a minha avó, onde a mesma permitiu o namoro.
Até que a minha mãe ficou grávida de mim com 17 anos, minha mãe não querendo contar para a minha avó, deixou um recadinho para ela na geladeira, estava escrito assim: “Mãe estou grávida, vou fugir com ele, tchau, te amo”.
Minha avó quando leu aquele bilhetinho, deu vontade de matar a minha mãe, minha mãe só tinha 17 anos e já estava grávida?
Pois é, minha mãe foi morar na casa do meu avô (parte de pai), depois de nove meses nasceu uma menina linda, claro... era eu, então quando eu nasci minha avó foi me ver, e tudo ficou bem.
O tempo passou, passou e minha mãe ainda não tinha se casado, quando os dois resolveram se casar depois de sete anos juntos, marcaram para o dia 16 de Novembro de 2002. Aí todos os amigos e familiares ajudaram no casamento, inclusive as amigas de minha mãe ajudou a fazer a almoço.
Primeiro minha mãe se casou no cartório, depois teve um almoço em casa. Só que nisso a amiga da minha mãe, Samanta ligou lá em casa falando que não ia dar pra ela ir, e pediu para minha mãe me deixar ir a casa dela pra ficar brincando um pouquinho com a
filha dela, só que era tudo mentira a amiga da minha mãe, tinha conversado com o Pastor da minha igreja que iríamos fazer também o casamento na igreja e que eu ia ser a daminha de honra.
A igreja toda ajudou com os preparativos para o casamento com o bolo, salgados e refrigerantes. E a Samanta ficou com a parte da daminha de honra, ela alugou o vestido, era lindo.
Então, quando foi de tarde, eu fui para a casa dela, e me arrumei lá, minha mãe já sabia que ia ter o casamento também na igreja só que ela não sabia que ia ter a daminha de honra e que ia ser a filhinha dela, então a Samanta resolveu dar esse presente para ela.
Tudo bem, começou o casamento e minha mãe não me via na igreja, só que eu estava lá nos fundos, quando o Pastor disse: “Irmã Daniela, a nossa irmã Samanta tem um presente pra te dar!” Abriram-se as portas e eu entrei, minha mãe quando me viu entrar começou a chorar. Foi a maior emoção.
Aquele dia foi um dos dias mais felizes da minha vida, e claros dos meus pais também.

Aluna Monitora: Beatriz Lima Fontes Braz – 7ªC

Minha Primeira Medalha

Exatamente no dia 16/10/06, eu fui para Barretos,SP para participar dos jogos Olímpicos de atletismo.
Fiquei muito nervosa, pois tinha treinado muito pouco e eu me sentia inferior as outras meninas.
Os meus professores de atletismo Wanderley e Rosilene me deram bastante apoio, não só para mim mais também para a Lais , e outros colegas de escola.
Foram 8h de viagem me recordo bem que a Lais estava muito apertada, gostaria de ir ao banheiro. Quando finalmente chegamos em Barretos, já jantamos e depois fomos dormir, afinal no dia seguinte era a nossa competição.
O dia mal amanheceu, lá estávamos nós alunos do Madre Joana dentro do ônibus indo para o local das provas.
Depois de mais ou menos 2 h, chegou a minha prova eu muito nervosa, mais fui muito confiante afinal eu já era uma campeã de ter chegado até lá...
Na hora da premiação escuto: “Em 2º lugar com 1,35 Evelyn Helen”.
Minha emoção foi tanta que as lágrimas desceram pelo meu rosto!!!
Quando viemos embora fiquei pensando como minha mãe ficaria orgulhosa de mim...
Por isso essa medalha é importante para mim porque ela me lembra que não devemos desistir nunca e sempre confiarmos no nosso taco. E eu fui a 2º Melhor do Estado de São Paulo!!!!



Aluna Monitora: Evelyn Helen Gaspar – 8ªF

Minha Ferrari

No natal de 2002, ganhei uma Ferrari de presente, do meu pai e da minha mãe.
Fiquei muito feliz, pois era o presente que estava enchendo a paciência dos meus pais para comprar.
Para mim era o meu brinquedo preferido, de todas as brincadeiras que eu brincava tinha que estar ela no meio.
Minha Ferrari não se fabrica mais, pois é uma relíquia.
Eu tinha muito cuidado com ela, pois era muito sensível, ela é conversível e de ferro, muito parecida com uma de verdade, do modelo F 250.
Hoje tenho 14 anos e não tenho mais vontade de brincar com ela, porque já estou muito crescidinho. Agora ela esta parada na minha prateleira de enfeite.

Aluno Monitor: Ricardo Henrique Altruda – 8°E

Meu Bebê

Bom, quando eu tinha sete anos, fui à casa da namorada do meu tio, chegando lá, vi as duas filhas dela brincando com a boneca, me encantei pela bebê barriquinha, logo pedi para elas deixarem eu brincar com a boneca, a princípio elas não gostaram da idéia de eu brincar, mais como eu era a menor de todas elas acabaram deixando.
Na hora de ir embora, eu dei um show, porque eu queria a boneca e não queria largar, chorei tanto que até dormir.
Chegando em casa, eu estava um nojo, não falava com ninguém e só queria a boneca, nisso estava perto do natal e no outro dia minha mãe e meu pai me levaram no shooping para ver o Papai Noel, eu não pensei duas vezes e pedi a bebê barriquinha. Só que essa boneca era edição limitada, então meu pai foi na Baby Brinque para ver se tinha à boneca, porque eu já estava doente por culpa da boneca. Quando falaram pra ele que não tinha mais, ele quase teve um ataque, então ele encomendou a boneca para o dia do natal.
No dia, eu não via a hora de anoitecer pra abrir logo meu tão esperado presente, mais como o presente do Papai Noel vem só no dia 25 de dezembro, eu tive que esperar.
Então no dia 25 de dezembro, quando acordei estava à boneca em cima da minha cama e foi a maior festa.
E eu gosto tanto dessa boneca que a tenho até hoje e já fazem sete anos que eu a tenho e dei até um nome para ela que é LILICA.

Aluna Monitora: Ana Carolina de Jesus Santos – 7ªE

Fonte Histórica

Fonte Histórica das alunas da 7ªE, à partir de

um objeto significativo.

Meu Sonho

A bola é muito importante pata mim, pois o meu sonho é ser jogador de futebol, quando a minha mãe a trabalhava conseguia pagar uma escolinha de futebol para mim, mas agora ela está doente e não pode pagar mais. Já participei de alguns campeonatos e consegui fazer alguns gols, onde o meu time foi campeão.
Aos sábados eu treino C.D.M todas as manhãs, já ganhei medalhas e todos me elogiaram muito falando que jogo muito bem!
Tenho certeza que um dia, minha mãe vai poder pagar a escolinha para mim e
meu sonho será realizado.

Rodrigo Doratiotto Reis – 4ªA